A maioria dos brasileiros, quando decide comprar um carro, não possuem o dinheiro para adquiri-lo à vista. É nessa hora que surge a dúvida: consórcio ou financiamento?

Na hora da escolher entre um ou outro deve-se levar em consideração o seu planejamento e renda pessoal, além de fazer uma análise detalhada dos custos. Depois, com o veículo e o seu valor estimado definido, é hora de analisar a urgência/necessidade de se obter o bem.

Ambas modalidades possuem vantagens e desvantagens assim, é melhor analisar a que melhor se adapta ao seu perfil.

No consórcio, apesar de não cobrar juros, há taxa de administração (até 16% do valor do veículo) e fundo de reserva para cobrir despesas como falta de pagamento, etc.

Ele é mais indicado para quem não tem pressa em adquirir o bem ou para quem planeja trocar o carro, mas não de imediato, já que a pessoa corre o risco de ser contemplada no fim do consórcio.

Também pode ser uma opção para pessoas que querem adquirir um veículo mas que possuem uma reserva de dinheiro. Assim, ao entrar no consórcio, ela pode dar um lance (a partir de 50% do valor do bem) e continuar pagando as prestações sem juros embutidos.

No caso de desistência, a pessoa consegue receber o valor que pagou mas depois do prazo previsto para a quitação de todas as prestações. Estas não são fixas, como acontece no financiamento, e pode ser que aumentem ao longo do plano.

Financiamento ou consórcio

Consórcio ou financiamento?

Quem optar pelo financiamento, o ideal é que se dê uma entrada maior (de 40 a 50% do valor) e escolha prazos de no máximo 60 meses. Assim, a taxa de juros será mais baixa e o carro não estará tão desvalorizado em relação ao preço final.

As prestações são fixas e o comprador já pode adquirir o bem imediatamente. Pesquise antes de escolher a financeira já que há diferenças do valor das taxas de juros cobradas por cada empresa. Outra dica é que as parcelas do financiamento não devem ultrapassar 30% do salário.

Por fim, deve-se lembrar que no consórcio a prestação é em função do valor do bem enquanto no financiamento é em função da evolução do saldo devedor. Com isso, a taxa do consórcio cresce de forma menos acentuada.

Um carro de R$ 26.715 adquirido através de financiamento de 60 meses teria parcelas de R$ 825,85 e no fim, sairia  por R$ 49.551. Já, o mesmo carro, adquirido através do consórcio teria prestações de R$ 537,75 e sairia por R$ 32.265. Por isso, deve-se analisar todos os fatores para descobrir qual modalidade é melhor para você.

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