Há algumas situações que todo proprietário de veículo irá passar. Arranhão ou risco na pintura é uma delas, seja por culpa própria ou por algum indivíduo que não tem o que fazer.

O fato é que nessas horas, muitas pessoas acham que a única opção é mandar pintar. E não é bem assim, dependendo do tipo de risco há maneiras mais simples e mais baratas de solucionar o problema.

Sem contar que, muitas vezes, a pintura pode desvalorizar o veículo. Dependendo do risco, mesmo pequeno, é necessário pintar uma peça inteira (uma porta por exemplo) ou o veículo inteiro (caso o risco seja em toda a lateral, para não haver diferença de cor entre as peças).

Com isso, muitas pessoas podem achar que a pintura foi realizada porque o carro sofreu alguma colisão e isso pode levar à desvalorização na hora da revenda. Então, antes de mandar pintar o veículo, é necessário identificar o tipo de risco e se vale a pena consertar.

Risco na pintura do carro

Antes de pintar o carro deve-se levar em consideração o tipo de risco e o método utilizado

Riscos superficiais, leves, muitas vezes podem ser removidos apenas com um polimento. Há pessoas que realizam esse procedimento por conta própria mas, o mais indicado é levar à alguma funilaria de confiança.

Quando o risco é fundo, aparece aquela tinta branca no fundo, a única saída é pintar. Porém, o mais aconcelhável é realizar uma micropintura e não pintar a peça toda. O reparo não ficará 100% mas, a originalidade do veículo ficará intacta.

O mesmo deve ser feito com pequenos amassados. Sempre que for possível, opte por métodos menos agressivos como o martelinho de ouro, por exemplo.

Segundo especialistas, amassados com até 4 cm e riscos (profundos ou não) com até 10 cm não necessitam ser reparados para a revenda já que as peças com características originais são mais valorizadas.

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